Quebra Pedras

BLOG DEDICADO A ALUNOS DE GEOLOGIA

domingo, 18 de junho de 2017

SONDAGEM EM GEOLOGIA

Grande parte dos geólogos terá trabalhado com sondagens durante sua vida profissional. Portanto, ter noção dos diferentes tipos e aplicações da sondagem é fundamental para a boa qualidade do seu trabalho.

O texto que poderá ser acessado aqui servirá de base para o Exercício Avaliativo 6, a ser aplicado em 21 de junho. 

Para acessá-lo, clique em Sondagem em Geologia.

quinta-feira, 1 de junho de 2017

AMOSTRAGEM GEOLÓGICA


A amostragem é uma das atividades mais corriqueiras na geologia, pois é parte integrante da investigação preliminar, mapeamento geológico, prospecção, desenvolvimento e exploração de jazimentos minerais, geologia ambiental, geotécnica etc. Portanto, a menos que o geólogo trabalhe em administração pública ou empresarial, ele terá que estar preparado para bem executar um ou mais dos diferentes tipos e métodos de amostragem.  Diante de uma entrevista para ocupar uma vaga de geólogo, você deverá mostrar que conhece as técnicas e está apto a desenvolver um programa de amostragem. É também importante lembrar que, ao fazer um trabalho de campo, o geólogo somente levará de volta consigo os seus registros e suas amostras: eles são o testemunho do seu trabalho. 

Vale a pena ter bons conhecimentos em amostragem!

Para conhecer sobre este assunto, clique em Amostragem Geológica.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

REGISTRO DE FEIÇÕES DE ROCHAS METAMÓRFICAS

As rochas metamórficas têm grande importância na geologia porque elas registram a evolução tectônica de um cinturão metamórfico, muitas vezes com vários eventos de deformação. São elas, portanto, que nos fornecem a maior parte das informações sobre os ambientes profundos e os processos deformacionais associados ao fechamento de bacias de sedimentação. Afora isto, grande variedade de depósitos minerais de interesse econômico estão associadas ao metamorfismo; assim, o estudo das rochas metamórficas são fundamentais na pesquisa e exploração de recursos minerais.

Para acessar o texto referente a este assunto, clique em Registro de feições de rochas metamórficas.

terça-feira, 30 de maio de 2017

REGISTROS DE INFORMAÇÕES ESTRUTURAIS

A medição de estruturas rochosas é parte fundamental do mapeamento geológico, que possibilita a visão não apenas da distribuição das diferentes litologia, mas também seus comportamentos e relações abaixo da superfície. Ela fornece informações sobre como e por que a crosta superior se deforma em situações particulares, especificamente a orientação das tensões regionais e locais e a direção do movimento das falhas. Esses dados nos ajudam a entender o porquê, como e onde ocorrem terremotos; entender os sistemas de fratura também é crítico na exploração eficiente de recursos de petróleo, gás, carvão e minerais; as estruturas rochosas fornecem não só desafios, mas também oportunidades (como armadilhas de hidrocarbonetos). O movimento de fluidos através da crosta superior é fortemente influenciado por fraturas, de modo que a geologia estrutural desempenha um papel crucial em uma ampla gama de campos relacionados, incluindo estudos de águas subterrâneas, controle de poluição, esquemas geotérmicos e seqüestro e armazenamento de dióxido de carbono. Os principais empreendimentos de engenharia (por exemplo, represas, barragens, autoestradas, túneis) são literalmente baseados em geologia estrutural. 

Suas atividades profissionais como geólogo podem ser muito diferenciadas, de maneira que é provável que você se deparará com a necessidade de medir, registrar e interpretar dados estruturais em sua carreira. O material aqui disponível com certeza poderá lhe ajudar nessa tarefa, porque é baseado em experiências de campo e indica as pistas que você poderá seguir para identificar e registrar as diferentes feições estruturais, transformando-as em informações precisas e úteis.

Para acessar o conteúdo, clique em Registros de Informações Estruturais.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

REGISTRO DE FEIÇÕES DE ROCHAS SEDIMENTARES

Este texto, traduzido livremente do livro de Angela Coen (Geological Field Techniques), me parece ser o que há de melhor no assunto de descrição de rocha. Veja a descrição pormenorizada dos procedimentos de descrição, reconhecimento e registros de depósitos e estruturas sedimentares.

Clique em Registro de feições de rochas sedimentares.

domingo, 28 de maio de 2017

MÉTODOS DE MAPEAMENTO GEOLÓGICO

Os métodos de mapeamento geológico são diversos, cada um deles apropriado às características do terreno e à escala de mapeamento, principalmente. Geralmente, durante um mapeamento geológico são utilizados mais de um método.

O texto aqui apresentado mostra os principais métodos. Para estudá-los, clique em Métodos de mapeamento geológico.

terça-feira, 16 de maio de 2017

Chuva de rochas tenta explicar formação da crosta da Terra


Chuva de rochas tenta explicar formação da crosta da Terra
teoria do impacto que criou a Lua tem sido alvo intenso de questionamentos nos últimos anos. [Imagem: NASA/JPL-Caltech]
Chuva de silício
A teoria convencional, com a qual concorda a maioria dos cientistas, afirma que todos os ingredientes da crosta da Terra foram formados por atividade vulcânica.
Ocorre que mais de 90% da crosta continental da Terra atual é composta por minerais ricos em sílica, como feldspato e quartzo - e não de minerais vulcânicos.
De onde então veio esse material rico em sílica?
Don Baker e Kassandra Sofonio, da Universidade McGill, no Canadá, elaboraram uma nova teoria para tentar sair desse dilema: a dupla propõe que alguns dos componentes químicos da crosta depositaram-se na superfície da Terra a partir de uma atmosfera fumegante que teria prevalecido na época: uma autêntica chuva de silício.
Como açúcar no café
Primeiro, um pouco da teoria sobre a geoquímica da Terra primitiva: Os cientistas acreditam que um planetoide do tamanho de Marte atingiu a proto-Terra há cerca de 4,5 bilhões de anos, derretendo a Terra e transformando-a em um oceano de magma. Na esteira desse impacto - que também teria criado detritos suficientes para formar a Lua - a superfície da Terra foi gradualmente se resfriando, até ficar mais ou menos sólida.
A nova teoria proposta agora - assim como a convencional, presente nos livros-texto atuais - baseia-se nessa premissa.
Chuva de rochas tenta explicar formação da crosta da Terra
Não é só a crosta da Terra que representa uma pedra no sapato dos cientistas: Ninguém sabe ao certo como a água surgiu na Terra. [Imagem: NASA]
A atmosfera que se seguiu a essa colisão teria consistido em vapor de alta temperatura, suficiente para dissolver as rochas na superfície - "muito parecido com a forma como o açúcar é dissolvido no café," exemplifica Baker. Estes minerais silicatos dissolvidos teriam então subido para a atmosfera superior, onde esfriaram e então começaram a se separar e cair de volta na Terra - uma chuva de silicatos.
Metassomatismo aéreo
Para testar a teoria, Kassandra passou meses desenvolvendo uma série de experimentos de laboratório projetados para imitar as condições de vapor na Terra primitiva. Ela aqueceu uma mistura de silicatos terrosos e água a 1.550º C, depois triturou tudo para formar um pó. Pequenas quantidades do pó, juntamente com água, foram então colocadas dentro de cápsulas feitas de uma liga de paládio e ouro, colocadas em um vaso de pressão e aquecidas a cerca de 727º C e 100 vezes a pressão atmosférica terrestre atual, para simular as condições na atmosfera terrestre cerca de 1 milhão de anos após o eventual impacto.
"Ficamos surpresos com a semelhança do material de silicato dissolvido produzido pelos experimentos com o encontrado na crosta terrestre," disse Baker.
A dupla batizou sua nova teoria de "metassomatismo aéreo", um termo cunhado por Kassandra para descrever o processo pelo qual os minerais de sílica se condensaram e caíram de volta na superfície ao longo de cerca de um milhão de anos, produzindo alguns dos primeiros espécimes de rocha conhecidos hoje.

Bibliografia:

A metasomatic mechanism for the formation of Earth's earliest evolved crust
Don R. Baker, Kassandra Sofonio
Earth and Planetary Science Letters
Vol.: 463, 1 April 2017, Pages 48-55
DOI: 10.1016/j.epsl.2017.01.022